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Após a cremação, muitas famílias optam por distribuir as cinzas, jogando-as no mar ou no local em que a pessoa que se foi mais gostava. Só que o mercado internacional funerário oferece opções curiosas para o destino das mesmas.
A empresa suíça Algordanza transforma as cinzas em diamante! Uma vez ao ano, eles recebem remessas de funerárias de todo mundo e por um processo de compactação, a qual na natureza demora anos, transformam os restos humanos em carbono, depois grafite, para então virar diamante, em um período de 6 a 8 semanas. Ele é lapidado e pode virar uma jóia, como um anel ou colar. A grande curiosidade é que a empresa garante que o diamante varia de cor, do transparente ao azul escuro, mostrando a personalidade do falecido. O sucesso é tanto, que eles já oferecem o serviço para 25 países. Só que não é uma homenagem barata. Uma peça varia entre 2.800 e 10.600 euros.
Outra atitude curiosa é distribuir as cinzas no espaço. A empresa Haisitang, em 2006, assinou um contrato com o Serviço Espacial Americano para enviar, junto com satélites, os resíduos mortais na órbita da Terra. Para mandar apenas três pêlos e uma fotografia custaria quase US$ 2 mil, e enviar sete gramas de cinzas inseridas em um pequeno contêiner do tamanho de um batom perto dos US$ 6,7 mil.
O Grupo Primaveras também tem uma proposta inovadora que, além de homenagear quem já se foi, protege a natureza. São as urnas funerárias ecológicas, compostas de sementes e terra orgânica, colocadas em um recipiente feito à mão, com fibras naturais de coco e papel reciclado. As cinzas são misturadas a esse material, o qual é plantado. A árvore que crescerá no local escolhido é uma bela maneira de lembrar da pessoa falecida, ainda preservando o meio ambiente.
Fontes: Notícias Terra, Algordanza e Quintal Virtual
Tags: Cremação, Curiosidades, enterro, urnas, velório
